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Exportação: caminho sustentável


Do Diário do Grande ABC

25/02/2017 | 13:08


As empresas brasileiras ainda não exploraram todo o potencial de seus produtos em terras estrangeiras, apesar da desvalorização do real, que torna os produtos brasileiros mais competitivos no Exterior. Os motivos que impedem as exportações são muitos. Mas para cada um desses problemas há uma solução. Começamos a exportar antes mesmo de lançar nossos produtos no Brasil. Olhando para trás, vejo que vencemos muitos desafios e dificuldade, mas que isso nos colocou a salvo em momento em que o Brasil enfrenta crise. No caso de produtos para a Saúde, o primeiro passo é conquistar certificações internacionais, como a da CE (Comunidade Econômica Europeia), na Europa, e o registro FDA (Food and Drugs Administration), nos Estados Unidos.

Outro ponto importante para quem quer exportar é conquistar rede de contatos locais, como revendedores e distribuidores. A participação em feiras internacionais é fundamental, pois é momento ideal para ampliar o network. Ter representante local, que conheça os hábitos dos compradores, domine a linguagem, as práticas comerciais e a legislação, é essencial para negociação eficaz. Saber hábitos, necessidades e expectativas do cliente é outro ponto fundamental. A partir desse conhecimento, adequar o produto a determinada necessidade é fundamental. São pequenas modificações, como manual e interface na língua local, mas que vão fazer toda a diferença e tornar o produto muito mais competitivo.

A partir do conhecimento do cliente entra mais uma etapa importante para exportação: adequar o produto a determinada necessidade. Não estou dizendo para você mudar seu produto, mas pequenas modificações como manual e interface na língua local podem ser diferenciais, tornando o produto muito mais competitivo. Para exportar para o Oriente Médio, por exemplo, tivemos que produzir manual em árabe e criar interface em árabe em todos os nossos equipamentos. Por último, e não menos importante, busque a simplificação. Temos o hábito de querer ‘rebuscar’ o formato para apresentar nossos produtos, principalmente para o mercado externo. Não aconselho esta atitude, pois no fim das contas o que interessa é o produto atender ao que se propõe. Soluções simples, como diminuir o tamanho da caixa que irá transportar o produto, fazem toda a diferença no preço final e na fidelização dos clientes.

Todas as dicas são apenas alguns caminhos para exportação. O mais importante, e isso digo por experiência própria, é ter resiliência. Exportar não é fácil, mas é alternativa interessante para as empresas que buscam e querem aproveitar oportunidades onde outros veem dificuldades.

Tatsuo Suzuki é fundador e diretor de Projetos Especiais da empresa Magnamed.

Palavra do leitor

Mudanças

 Todos sabem que o ser humano tende a se acomodar caso não seja estimulado a mudar. Tivemos a percepção disso nos eventos que antecederam o afastamento de Dilma, quando setores da sociedade civil organizada, ao mostrar os malfeitos do governo, estimularam o povo a clamar por mudanças. Alguns dos efeitos foram a volta do País ao caminho desenvolvimentista e as propostas das reformas trabalhista e previdenciária. Mas parece que se esqueceram da principal: a política. Governantes ainda não entenderam, ou não querem entender, que tanto eles quanto nosso sistema político ultrapassado e corrupto também precisam mudar e parece que novamente precisam de ‘incentivo’ que os tire de suas zonas de conforto. O País não pode mais continuar a ser governado por coronéis e criminosos de colarinho-branco que desde sempre mantiveram seus currais eleitorais sob o jugo feudal. Precisamos urgentemente mudar novamente! Como disse Fernando Pessoa: ‘Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário’.

Vanderlei A. Retondo

 Santo André

 

Vila Gilda

 O que aconteceu na Praça Pompeia, na Vila Gilda, em Santo André? A Prefeitura mandou equipe para fazer a poda das plantas e a limpeza do local. O grupo detonou as plantas, que estavam lindas e floridas. Era espécie com flores azuis. Cortou no talo, está horrível. Nem se deu ao trabalho de arrancá-las de uma vez. Não arrancou o mato e a praça continua suja. Ou coloca pessoas competentes para efetuar a limpeza das praças ou não faz nada. As pessoas não são treinadas? Custa-me acreditar que foi a Prefeitura mesmo que mandou pessoas tão incapazes para esse tipo de trabalho. Em vez de preservar, acabam com tudo. Estava bonita, só precisava de poda decente e limpeza. Vai colocar outras plantas no lugar? Por gentileza, peço a revitalização da mesma o mais rápido possível para evitar que os desocupados e usuários de drogas continuem fazendo da praça sua moradia e, com isso, acabando com o local. Vou ficar aguardando os órgãos competentes se manifestarem.

Thelma Ribeiro

Santo André

Parque Oratório 

 Trago ao conhecimento do prefeito de Santo André, Paulo Serra, o descaso nos atendimentos telefônicos do Semasa, por meio do 115, e da Prefeitura, no 08000191944. Nos dias 13 e 14 ficamos sem água no Parque Oratório, e não tivemos nenhuma satisfação por parte do Semasa. Cansei de ligar, fiquei horas aguardando e somente a secretaria eletrônica dizia que o atendimento seria superior a oito minutos. Quando atendido, foram-me fornecidas informações dispersas, que o fornecimento estava regularizado o dia todo. No site do Semasa a informação era a mesma. A água somente veio na madrugada do dia 15 e, às 9h, já não existia mais nas torneiras. Também cansei de ligar para a Prefeitura, para reclamar da situação, mas ninguém atendeu. Aguardo satisfação por parte da Prefeitura e do Semasa, pois a nova administração disse que veio para melhorar, mas, pelo que vejo, nada mudou. 

Valdemar Aparecido de Toledo

Santo André

STF

 Desastrosa a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), mais alta Corte de Justiça do País, de indenizar preso do Mato Grosso do Sul por condições degradantes na prisão onde o condenado permaneceu sete anos por latrocínio, ou seja, matou e roubou. O que queria? Ficar preso em resort? Concordo que nossas prisões estão muito aquém das condições ideais e precisam e devem ser melhoradas. Devemos lembrar que ninguém vai para lá a força e sim pelos crimes praticados. Pessoas de bem estão aqui fora, batalhando. Cidadãos honestos também vivem em condições degradantes por falta de remédios, hospitais, moradias, saneamento básico, infraestrutura, etc, por ineficiência e omissão do Estado e isso tem custado milhares de vidas e sofrimento. Será que se entrarmos com pedido de indenização o STF vai nos dar ganho de causa contra o Estado? Lamentável e ridícula essa decisão e isso abre precedentes para que toda população carcerária entre com pedido de indenização. E a família das vítimas desses criminosos tem algum tipo de indenização? É para isso que pagamos salários polpudos e mordomias para os homens de toga preta?

Mauri Fontes

Santo André



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