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Palavra do leitor


Do Diário do Grande ABC

02/03/2017 | 10:55


O Brasil tem vivido uma das piores crises econômicas da sua história. Desde o fim de 2015, muitos postos de trabalho foram fechados e centenas de centenas de empresas foram à falência durante este período. De acordo com dados do IBGE, em 2016 o desemprego atingiu 11,8 milhões, número 37% maior que o registrado em 2015 (8,6 milhões). Apesar do cenário negativo, o primeiro semestre de 2017 parece mostrar sinais de melhora na economia brasileira.

O papelão, por exemplo, que é considerado termômetro para a economia por ser utilizado na embalagem de muitos produtos, registrou aumento de vendas no mês de janeiro. O índice da Associação Brasileira de Papelão Ondulado mostrou que as vendas cresceram 5,51% na comparação com janeiro de 2016 e 5% ante dezembro de 2016. Empresas que sobreviveram até este momento não chegaram aqui por pura sorte, mas sim por planejamento bem estruturado de contenção de gastos, busca de novos mercados, diversificação e eficiência.

A crise é, com certeza, período de insegurança, mas com ótima estratégia de gestão, esta tensão pode se tornar período de grandes oportunidades.

Os administradores e empresários que souberam realizar boa revisão orçamentária nas empresas estão, hoje, respirando mais aliviados. O adiamento de alguns investimentos e a redução de despesas, sem perder a qualidade do produto, foram essenciais para seguir na crise.

Para chegar aqui, foram necessários muitos esforços e dedicação tanto dos gestores quanto dos colaboradores. Foi preciso manter o rebolado, buscando alternativas para driblar o cenário desafiador e ainda manter ambiente de trabalho harmônico.

Em momento de crise é fato concreto que funcionários fiquem preocupados com seus cargos e salários e o ambiente de trabalho se torne pesado. Para evitar desmotivação, a transparência é a solução. Gestores devem conversar com suas equipes para que elas possam compreender a dimensão da crise e, assim, pactuarem com cooperação e solidariedade com a empresa.

Os colaboradores precisam se manter solidários com suas companhias, entender o desafio atual e compreender que novos benefícios e reconhecimento por aumento de salários não serão aplicados neste momento.

Para as empresas que conseguirem atravessar este período tenebroso, a superação da crise certamente apontará como resultado a união entre colaboradores, gestores e empresários que, juntos, encontraram soluções e compreenderam que os dias difíceis passariam, ainda que doloridos e que exigissem sacríficos.

Eduardo Mazurkyewistz é administrador e sócio da empresa Mazurky. 

Palavra do leitor

Mal-educados

 Terça de Carnaval resolvo fazer um passeio diferente: pedalar no Parque Central, em Santo André. A manutenção do local, de modo geral, está em dia. Não vou falar do mato alto, porque nos últimos dias a chuva tem sido constante e ele cresce com maior intensidade. O que me chamou e muito a atenção foi a falta de educação da população, que não respeita o próximo e mesmo com lixeiras continua a jogar lixo no chão e, consequentemente, o vento vai levá-lo para o lago. Há falta de educação em achar que a ciclovia é pista de caminhada. Prefeitura, assim como no acesso ao parque pela ciclovia, existem placas indicando onde é de uso para pedestres e ciclistas! Faça as indicações junto de campanha educativa para os usuários do parque também! Todos sairão ganhando, já que a ciclofaixa de lazer foi suspensa e a população ficou sem opção para pedalar! 

Douglas Pasquini 

São Caetano

No trânsito

 Reportagem neste Diário (Setecidades, dia 21) informa que, a respeito de mortes de motociclistas no trânsito, especialistas entendem que para consertar o problema são necessários investimentos em educação, alteração das vias públicas e maior fiscalização, o que é óbvio compreender. Mas é fácil opinar de que em qualquer problema da sociedade o culpado é o poder público, que não faz investimentos e não há políticas públicas. No caso em discussão, não é possível imaginar que tipo de educação teria efeitos para impedir que motociclistas andassem nas ‘canaletas’ do trânsito e em velocidade superior à permitida, acreditando que a buzina lhes é salvo-conduto para que tenham passagem livre, às vezes ofendendo e mesmo ameaçando outros motoristas que, em razão do trânsito, lhes impeçam a passagem. Também não se pode imaginar que o poder público possa, em curto espaço de tempo, adequar todas as vias da cidade para permitir livre circulação dos motociclistas.  

Reinaldo Toledo

Santo André

Descentralização  

 Em relação ao Editorial ‘Por que o silêncio?’ (Opinião, ontem) e à reportagem ‘Estado se cala após retomada de diálogo sobre descentralização’ (Setecidades), a Secretaria de Estado da Saúde esclarece que, diferentemente do que disse o jornal, o Estado não se calou nem silenciou sobre a descentralização da distribuição de medicamentos de alto custo. Procurada pela reportagem, a Pasta repassou a informação disponível naquele momento. As propostas recebidas estão sob análise e qualquer parecer ou definição de prazo depende de análise técnica conjunta com diversos setores da secretaria, bem como com gestores municipais. O jornal equivoca-se ao considerar que esse assunto ‘empacou’, até porque as sugestões foram apresentadas há apenas uma semana, em reunião de colegiado, realizada mensalmente com representantes do Grande ABC. O governo está empenhado em definir medida eficaz e resolutiva. Tão logo se concluam essas etapas, as definições serão levadas ao conhecimento dos gestores municipais, população e imprensa regional. O Estado tem total interesse em facilitar ainda mais a retirada de medicamentos de alto custo pela população do Grande ABC e trabalha para isso.

Secretaria de Estado da Saúde

Nota da Redação – O Diário mantém as informações. 



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